24 de jan de 2018

Suécia – mãe feminista não delata "refugiado" agressor sexual de sua filha, porque estava tendo relações sexuais com ele




Speisa, 24 de janeiro de 2018. 



Na Suécia, as mulheres de meia idade que namoram jovens imigrantes do Oriente Médio são chamadas de “Batikhaxor”. Eles não estão totalmente isolados no sótão: 

Daily Mail: um imigrante afegão que molestou uma garota sueca de 12 anos não foi inicialmente delatado à polícia – porque a sua mãe o estava namorando. 

Abdul Dostmohammadi, de 18 anos, estava morando com a sua namorada de 45 anos em Solvesborg, no sul da Suécia, quando ele molestou sexualmente a adolescente de 12 anos. 

Quando a menina lhe contou o que aconteceu, a mãe se recusou a denunciá-lo à polícia porque temia que fosse enviado de volta ao Afeganistão, revelam os documentos judiciais. 

Dostmohammadi, agora com 19 anos, mudou-se para a casa da família depois que completou 18 anos e já não podia viver em um centro de cuidados para imigrantes menores de idade. 

A mãe de 45 anos tinha trabalhado no centro de cuidados e se ofereceu para levar Dostmohammadi, mesmo depois dele ter se tornado um adulto. 

O agressor mudou-se para a casa em novembro de 2016 e o casal entrou em um relacionamento pouco mais de um mês depois. 

De acordo com a menina de 12 anos, que dividia o seu tempo entre a casa de sua mãe e a casa de seu pai, Dostmohammadi gostava de abraços, mas dos abraços ele partia para beijos em suas bochechas, que acabavam cada vez mais perto de sua boca. 

Ela disse à polícia que não conseguia lembrar qual dia no outono de 2017, que Dostmohammadi a molestou, mas que foi no mesmo dia em que enterraram o seu cachorro. 

Dostmohammadi e a sua namorada de 45 anos de idade, que haviam recentemente encerrado o seu relacionamento romântico, tinham bebido naquela noite. 

Dostmohammadi e a menina de 12 anos de idade começaram a dançar na sala de estar, quando ele começou a tocá-la “de uma forma que a fazia não se sentir bem”. 

Quando a sua mãe foi ao banheiro, ele colocou a sua mão por debaixo de seu vestido e de sua roupa intima e tocou os seus órgãos genitais, segundo os documentos judiciais. 

A menina disse que contou a sua mãe que resistiu a Dostmohammadi, mas nenhuma ação por parte dela [da mãe] foi tomada. 

O agressor foi autorizado a permanecer na casa da família, no que a garota narrou como tendo feito com que ela “se sentisse estranha”. 

Quatro dias após o incidente, a menina pediu para ficar com o pai, e depois que ela contou a sua irmã mais velha sobre os eventos, em seguida disse também ao pai. 

Ele [o pai] relatou isso à polícia, mas a mãe não o fez, porque “não queria denunciá-lo, porque estava com medo que Dostmohammadi poderia sair da Suécia se o fizesse”. 

Dostmohammadi foi considerado culpado de abuso sexual e lhe foi entregue uma sentença de três meses além de ser obrigado a realizar 100 horas de serviço comunitário

A Corte do Condado de Blekinge decidiu que ele também deve pagar a vítima 15.000 coroas (£ 1.336) em compensação. 

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